OS BENEFÍCIOS DE DIMINUIR A CRÍTICA NEGATIVA PERANTE A VIDA.

28/12/2014 17:10

Por Miguel Lucas em Desenvolvimento Pessoal

 

Nesta época natalina, venho deixar uma mensagem de natal sobre os benefícios de tomarmos uma decisão consciente para diminuirmos a crítica negativa perante a vida. O olhar carregado de negatividade, é um olhar limitado, é um olhar unilateral que transporta uma ideia rígida e preconcebida acerca de algo ou de alguém. Nesta quadra em que todos estamos mais sensibilizados para a proximidade social, é um momento ótimo para se refletir sobre o nosso lugar no mundo. É igualmente um período que você pode utilizar para tomar consciência dos seus pontos fortes e daquilo que o define como ser humano. Num dos seus momentos de pausa reflita, pense por alguns momentos do que você é feito, procure perceber que valores e sentimentos você tem vindo a comemorar e a viver. Torne isso bem claro na sua mente. Relembre-se de outros momentos da sua vida em que usou essas virtudes, certamente é capaz de continuar a usar de forma grandiosa os seus sentimentos, pensamentos e comportamentos mais elevados a maior parte do tempo.

 

Nesta época em que todos vivemos um momento de mais proximidade social, é também o momento mais propicio à reflexão. Ocuparmos algum do nosso tempo para perceber que em todos nós habitam limitações, preconceitos e insensibilidades, às vezes tão incisivas que nos fazem olhar para nós mesmos e para os outros de forma rígida, cheias de “ses” e “deverias”. Temos de tomar consciência que seria benéfico diminuirmos a critica negativa sobre nós mesmos, aos outros, às coisas, aos ricos, aos pobres, aos muçulmanos, aos cristãos, aos gays, aos do norte, aos do sul.

 

Importa perceber que a critica negativa é maléfica o suficiente para obscurecer a bondade, a empatia, a compaixão e a solidariedade. Por vezes, por medo, deixamos de enaltecer as minorias, por vezes, por vaidade, deixamos de elogiar o outro, por vezes, por supremacia deixamos de nos olhar como iguais, por vezes, por sobrevivência esquecemos a nossa humanidade.

 

Nesta época podemos refletir acerca do quanto a maledicência nos afasta do amor. O amor, tantas vezes esquecido. Talvez justifiquemos esse esquecimento pela mágoa, pela “casca” dura que o olhar com desdém construiu. Não podemos viver dentro de uma fortaleza que nos afasta da humanidade. Importa voltarmos a relembrar-nos da nossa natureza: “o amor e a capacidade de amar e ser amado.”

 

Se olharmos mais atentamente à nossa volta, iremos ver muitas pessoas iguais a nós, também elas presas nas suas prisões construídas por elas próprias. Eu, você, os outros, devemos abandonar essas prisões que nos obrigam a distanciarmo-nos. Que nos obrigam a deixarmos de nos expressarmos livremente com as convicções que deveriam ser respeitadas. Que nos impedem de nos ajudarmos. Que nos impossibilitam de nos olharmos como iguais num mundo que é de todos e para todos.

 

Talvez, eu, você e todos os outros devêssemos abrir as nossas próprias prisões (os nossos corações) e contribuir para que outros abram também as portas das suas próprias prisões (os seus corações). Corações abertos são a expressão de uma alma fraterna.


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