Curiosidades

 

 

 

 

 

Você sabe por que a ferradura é um símbolo da sorte?

Na Grécia do século IV, a ferradura era considerada um amuleto poderoso, primeiro porque era feito de ferro, um elemento que os gregos acreditavam proteger de todo o mal. Além disso, a forma lembrava a lua em crescente, símbolo da fertilidade e prosperidade. Os romanos também adotaram o talismã grego e passaram a crença aos cristãos, estes por sua vez creditavam a superstição a São Dunstan de Cantesbury, ferreiro inglês.

Segundo a lenda. Dunstan teria colocado ferraduras no próprio demônio e somente as retirou depois de ouvir a promessa de que nunca mais se aproximaria daquele objeto. A tradição manda colocar a ferradura no alto da porta. Mas sempre com as pontas viradas para cima, senão a sorte vai embora.

 

 

Quem são os autores de “Parabéns a você”?

A melodia da música foi criada pelas irmãs americanas Mildred e Patricia Smith Hill. Em 1875, essas duas professoras primárias de Louisville, no estado do Kentucky, resolveram compor uma canção para as crianças cantarem na entrada da escola. Nascia então “Good Morning to All” (“Bom dia a Todos”), com uma letra bem diferente da atual. As irmãs registraram a música em 1893, mas em 1924 ela apareceu sem autorização num livro editado pelo americano Robert Coleman, que surrupiou a melodia e a primeira frase de “Good Morning to All” – o segundo verso ele já alterou para “Happy Birthday To You”, o popular “parabéns a você”. Na nova versão, a música ganhou popularidade. Mas, em 1933, Jessica Hill, irmã das criadoras da melodia, resolveu brigar na Justiça pelos direitos autorais da música. Ela venceu: desde então, acredite se quiser, é preciso pagar royalties para tocar o “Parabéns” no rádio, na TV ou no cinema. Segundo a revista americana Forbes, a gravadora Warner – a atual detentora dos direitos da música – fatura em média 2 milhões de dólares por ano só com os royalties do “Parabéns”. E como a música chegou ao Brasil? Por aqui, a rádio Tupi do Rio de Janeiro organizou em 1942 um concurso para escolher uma letra que casasse com a melodia de “Happy Birthday To You”. A vencedora foi a paulista Bertha Celeste Homem de Mello, que até sua morte, em 1999, fazia questão de que as pessoas cantassem a letra do jeito que ela escreveu: “Parabéns a você / Nesta data querida / Muita felicidade / Muitos anos de vida.”

Como surgiu a expressão “meter o pé na jaca” ?

Na época de escravidão no Brasil, os negros em suas festas quando bebiam muito, voltavam para a senzala e ao entrar, nos corredores da senzala, derrubavam certo pote de água potável que se chama “jacá”. Daí com o passar do tempo a dito se alterou por não existir mais o antigo jacá e automaticamente se transformou em “meter o pé na jaca”!!!

Lá onde Judas perdeu as botas…

Depois de trair Jesus Cristo, Judas Iscariotes fugiu para a pequena cidade de Belém do Norte (que acabara de se emancipar de Belém). Lá, conheceu o C.V. (Comando Cristo Vive) cujos integrantes não gostaram de saber que ele tinha ajudado a crucificar o Messias. Judas foi perseguido por vários quilómetros Médio Oriente adentro. Às vezes, ele até conseguia escapar, mas o C.V. seguia sempre as suas pegadas (a areia marcava bem os passos de toda a gente no mundo antigo). Depois de um tempo, Judas finalmente percebeu qual era o problema e tirou as suas botas, simulando então pegadas na direcção de um rio próximo, e continuou a correr descalço. O C.V. viu as pegadas das botas em direcção ao rio e pensaram que ele tinha saltado. Desistiram de caçá-lo. No fim do dia, Judas voltou ao rio para buscar as suas botas, mas não conseguiu encontrá-las porque a corrente as tinha levado para longe. Portanto, Judas perdeu as botas num riozinho entre Belém do Norte e a região onde hoje é o Koweit.

A origem do tabaco…

Acredita-se que a palavra “tabaco” venha do nome da ilha de Tobago ou da região de Tabasco, no México, alguns dos lugares onde a planta foi primeiramente encontrada; enquanto que “cigarro” deriva da palavra maia que nomeava o objeto, “sik´ar”, que significa “fumar”. A planta (Nicotiana tabacum) foi fumada pela primeira vez pelos índios americanos, que enrolavam suas folhas secas em folhas de palmeira ou de milho.

O pior cego é o que não quer ver

Significado: Diz-se da pessoa que não quer ver o que está bem na sua frente. Nega-se a ver a verdade.

Histórico: Em 1647, em Nimes, na França, na universidade local, o doutor Vicent de Paul D’Argenrt fez o primeiro transplante de córnea em um aldeão de nome Angel. Foi um sucesso da medicina da época, menos para Angel, que assim que passou a enxergar ficou horrorizado com o mundo que via. Disse que o mundo que ele imagina era muito melhor. Pediu ao cirurgião que arrancasse seus olhos. O caso foi acabar no tribunal de Paris e no Vaticano. Angel ganhou a causa e entrou para a história como o cego que não quis ver.

Nhenhenhém

Significado: Conversa interminável em tom de lamúria, irritante, monótona. Resmungo, rezinga.

Histórico: Nheë, em tupi, quer dizer falar. Quando os portugueses chegaram ao Brasil, eles não entendiam aquela falação estranha e diziam que os portugueses ficavam a dizer “nhen-nhen-nhen”.


Não entender patavina.

Significado: Não saber nada sobre determinado assunto. Nada mesmo.

Histórico: Tito Lívio, natural de Patavium (hoje Pádova, na Itália), usava um latim horroroso, originário de sua região. Nem todos entendiam. Daí surgiu i Patavinismo, que originariamente significava não entender Tito Lívio, não entender patavina.

Por que o Primeiro de Abril é o “Dia da Mentira”

Há muitas explicações sobre a origem do dia da mentira. A mais convincente diz que a brincadeira surgiu na França, no reinado de Carlos IX. Nessa época, o ano novo era comemorado em 25 de março, com a chegada da primavera.
As festas, que incluíam troca de presentes, duravam uma semana, terminando a 1º de abril. Mas, em 1564, com a adoção do calendário gregoriano, o rei decidiu que o ano novo deveria ser comemorado mesmo a 1º de janeiro. Os  franceses que resistiram à mudança, mantiveram o antigo costume. Os gozadores começaram a ridicularizar esse novo dia enviando aos conservadores presentes estranhos e convites para festas inexistentes. Com o tempo, a brincadeira firmou-se na França, de onde, duzentos anos depois, migrou para a Inglaterra e daí pra o mundo.

O animal imortal

As maiorias dos seres vivos estão condenadas a morrer de uma ou outra forma. Mas existe um animal neste planeta que é imortal, ele não pode morrer de velho. E isto não significa que não envelheça, é algo bem mais estranho e fascinante: quando ele chega a uma determinada idade, rejuvenesce.

Trata-se de uma espécie de medusa chamada Turritopsis Nutricula, à que passo a chamar de Turrito por questões práticas. Turrito é um hidrozoário, ou seja, um animalzinho marinho de alguns poucos milímetros e quase transparente. É o único ser vivo que os cientistas consideram que conseguiu enganar a morte.

Os Turritos, quando atingem sua maturidade sexual, revertem completamente seu estado para uma nova puberdade. É como se pela manhã você acordasse como um bebê. Voltam quase ao zero. Não somente suas características sexuais mudam, senão que, por exemplo, perdem os quase 100 tentáculos e passam a ter uns poucos pares renovados.

De uma forma similar em que uma serpente perde sua pele sem deixar de ser ela mesma, estes Turritos se renovam completamente. Em outras palavras: cresce um novo corpo no interior dele mesmo, mas é sempre o mesmo indivíduo.

É o único caso conhecido de um animal metazoário capaz de reverter completamente a um estágio de imaturidade sexual, o estágio de colônia após ter alcançado a maturidade sexual é um estágio solitário. Ele realiza isto através de um processo celular de transdiferenciação. Teoricamente, este ciclo pode-se repetir indefinidamente, configurando-se em efetiva imortalidade.

Deixando de lado as questões técnicas da natureza, o assombroso é a “inventiva” da mesma, a enorme variedade, as tentativas incansáveis da vida por subsistir na contramão de toda a entropia do Universo.

Turrito não é a única fonte natural de estudos para atingir a imortalidade (ou o mais parecido a ela): no reino vegetal as sementes podem permanecer em suspensão animada durante séculos para depois reviver do nada, uma espécie de álamos que compartilham as raízes e o DNA que podem viver ao menos 80 mil anos.

O que significam as letras I.N.R.I. na cruz de cristo?

Quando Cristo foi pregado na cruz, os romanos, em tom de deboche, colocaram um sinal por cima da cabeça com a inscrição INRI, que significa Iesus Nazarenum Rex Iudeorum, significando Jesus o Nazareno Rei dos Judeus.

 

 
Voce sabe o que é Tautologia?

É o termo usado para definir um dos vícios de linguagem. Consiste na repetição de uma idéia, de maneira viciada, com palavras diferentes, mas com o mesmo sentido. O exemplo clássico é o famoso ‘subir para cima’ ou o ‘descer para baixo’. Mas há outros, como você pode ver na lista a seguir:

- elo de ligação
– acabamento final
– certeza absoluta
– quantia exata
– nos dias 8, 9 e 10, inclusive
– juntamente com
– expressamente proibido
– em duas metades iguais
– sintomas indicativos
– há anos atrás
– vereador da cidade
– outra alternativa
– detalhes minuciosos
– a razão é porque
– anexo junto à carta
– de sua livre escolha
– superávit positivo
– todos foram unânimes
– conviver junto
– fato real
– encarar de frente
– multidão de pessoas
– amanhecer o dia
– criação nova
– retornar de novo
– empréstimo temporário
– surpresa inesperada
– escolha opcional
– planejar antecipadamente
– abertura inaugural
– continua a permanecer
– a última versão definitiva
– possivelmente poderá ocorrer
– comparecer em pessoa
– gritar bem alto
– propriedade característica
– demasiadamente excessivo
– a seu critério pessoal
– exceder em muito .

Note que todas essas repetições são dispensáveis.
Por exemplo, ‘surpresa inesperada’. Existe alguma surpresa esperada? É óbvio que não. Devemos evitar o uso das repetições desnecessárias. Fique atento às expressões que utiliza no seu dia-a-dia. Verifique se não está caindo nesta armadilha.

Palavra ¨saudade” é de difícil tradução.

A palavra portuguesa “saudade” foi considerada o sétimo vocábulo estrangeiro mais difícil de traduzir, segundo uma votação realizada por mil linguistas, levada a cabo pela agência londrina de tradução e interpretação Today Translations.

A mais votada foi “ilunga”, de uma língua falada numa região da República Democrática do Congo e que significa “uma pessoa que está disposta a perdoar qualquer abuso pela primeira vez, a tolerar uma segunda vez, mas nunca uma terceira vez”.

Em segundo lugar ficou “shlimazl”, que é a palavra em iídiche (língua falada pelos judeus alemães) para uma “pessoa cronicamente sem sorte”.

A palavra japonesa “Naa”, da área Kansai, foi a terceira mais difícil de traduzir e significa “enfatizar declarações” ou “concordar com alguém”.

“Apesar de as definições parecerem bastante precisas, o problema é tentar transmitir as referências locais associadas a tais palavras”, afirma a presidente da Today Translations, Jurga Zilinkiene, que conduziu a sondagem.

Boi na linha

A primeira estrada de ferro do Brasil foi construída pelo Barão de Mauá e ia de Raiz da Serra à Petrópolis. O projeto não previa a colocação de cercas ao redor dos trilhos, por isso é comum que rebanhos de bois cruzassem ou até deitassem nas linhas. Isso obrigava os ferroviários a pararem a máquina para expulsar os animais do caminho. Por isso surgiu a expressão “tem boi na linha”.

Rasgar a seda

A expressão, que significa fazer um elogio exagerado, é originária de uma das comédias do dramaturgo Luís Carlos Martins Pena (1815-1848), o fundador do teatro de costumes no Brasil. Em uma cena, um vendedor de tecidos tenta cortejar uma moça bonita e, como pretexto, oferece alguns cortes de fazenda a ela, “apenas pelo prazer de ser humilde escravo de uma pessoa tão bela”. A garota entende o recado e responde: “Não rasgue a seda, que esfiapa-se”.

Pagar o mico

De acordo com o dicionário Houaiss, a expressão, que significa “passar por um vexame”, é originária do jogo do mico. Cada jogador usa as cartas que retira do monte para formar casais de animais e quem fica com a carta do mico preto, que não tem par, perde a partida. O perdedor tem que sofrer algum tipo de castigo, como passar por uma situação embaraçosa, e “paga o mico”.

Chato de galocha

Infelizmente, os chatos continuam a existir, ao contrário do acessório que deu origem a essa expressão. A galocha era um tipo de calçado de borracha colocado por cima dos sapatos para reforçá-los e protegê-los da chuva e da lama. “Por isso, há uma hipótese de que a expressão tenha vindo da habilidade de reforçar o calçado. Ou seja, o ‘chato de galocha’ seria um chato resistente e insistente”, explica Valter Kehdi, professor de Língua Portuguesa e Filologia da Universidade de São Paulo. De acordo com Kehdi, há ainda a expressão “chato de botas”, calçados também resistentes, o que reafirma a idéia do chato “reforçado”.

Do arco-da-velha

Coisas do arco-da-velha são coisas inacreditáveis, absurdas. Arco-da-velha é como é chamado o arco-íris em Portugal, e existem muitas lendas sobre suas propriedades mágicas. Uma delas é beber a água de um lugar e devolvê-la em outro – tanto que há quem defenda que “arco-da-velha” venha de arco da bere (“de beber”, em italiano).

Vara judicial

A expressão surgiu por causa de uma prática comum na Roma antiga. Na época, os juízes usavam varas para sinalizar que eram homens poderosos e para distinguir os letrados dos leigos. Os primeiros usavam varas brancas e os segundos, vermelha. Esse costume foi trazido para o Brasil pelos colonizadores portugueses. Quando alguém se recusava a atender uma convocação judicial, os juízes ameaçavam os “rebeldes” com seus bastões. Foi por causa disso que apareceu também as expressões “conduzido debaixo de vara” e “corrido à vara”, ambas com o significado de “perseguido pela justiça”. Vara judicial, por sua vez, ficou consagrada como “área judicial onde o juiz de primeira instância exerce seu poder.

Por que a gente soluça?

Soluço é a contração involuntária do músculo do diafragma, responsável pela respiração.

O soluço geralmente é causado por uma irritação no nervo frênico, responsável por ativar o diafragma
devido a um aumento do volume do estômago.
E não é lenda a história de que um susto pode curar o “soluçante”, pois libera adrenalina e ativa o nervo frênico, outra saída é a água gelada, que provoca o mesmo efeito.

Por que se deve beber chope com espuma?

A espuma é essencial para manter o gás. Ela protege a bebida do contato com o oxigênio, que faz o chope amargar. A espuma também atua como isolante térmico, ajudando a preservar a temperatura do chope.

Manga+Leite – Combinação Fatal…

Após o café da manhã, acompanhado de um delicioso leite, vindo a poucos minutos do curral; ao ver um de seus netos com uma manga na mão, dizia nossa saudosa avó: – Manga com leite mata menino! Este ensinamento era apoiado por todos os habitantes da comunidade rural que vivíamos no interior de Minas Gerais, no início da década de 70.

Tínhamos medo não só de degustar a manga, mas também da temida “vara de marmelo” caso desobedecesse a nossa avó e, “sobrevivesse”. Mas de onde a comunidade adquiriu este “conhecimento”? É mito ou verdade? Vamos aos esclarecimentos.

Cultivada inicialmente pelos portugueses, através do trabalho dos escravos, esta fruta maravilhosa não poderia deixar de originar lendas. Algumas se mantêm até hoje em certas regiões. As gerações mais velhas, com certeza, ainda conhecem o dito popular. “A manga de manhã é ouro, à tarde é prata e à noite, mata”. Quem nunca ouviu esta célebre frase? Pois saiba que esta história foi criada com a intenção de preservar a manga da fome dos escravos, pois alegavam que era fruta nobre, que deveria ser saboreada apenas pelos Senhores. Como durante o dia os escravos estavam trabalhando e não tinham tempo de roubá-la diziam que pela manhã e à tarde era boa, mas à noite, quando eles podiam pegá-las às escondidas, fazia mal.

A folclórica combinação leite e manga nasceu com a mesma finalidade. Leite, naquela época, havia em fartura nas fazendas e geralmente era distribuído aos escravos à noite. Nada melhor que amedrontá-los com a possibilidade de morrerem com a mistura dos dois para dissuadi-los a não se apoderarem dos frutos na única hora em que podiam fazê-lo.

Até hoje a força da crendice se manifesta, e há pessoas que evitam ingeri-las à noite, com medo de difícil digestão. São raros os que não dão bem com a manga e, no caso dos que abusam na quantidade, o povo recomenda que se beba três goles de água depois de comê-las.

Quanto à mistura com leite, a crença poderia ter-se extinguido à época da abolição ou quando as mangueiras começaram a se propagar pelo Brasil. No entanto muita gente ainda acredita e segue à risca esses mitos do passado. Na verdade, antes de fazer mal, a combinação manga e leite faz é muito bem para a saúde, representando uma dupla altamente nutritiva.

A origem da cachaça

Antigamente, no Brasil, para se ter melado, os escravos colocavam o caldo da cana-de-açúcar em um tacho e levavam ao fogo.
Não podiam parar de mexer até que uma consistência cremosa surgisse.
Um dia, cansados de tanto mexer e com serviços ainda por terminar, os escravos simplesmente pararam e o melado desandou!

O que fazer?
A saída que encontraram foi guardar o melado longe das vistas do feitor.
No dia seguinte, encontraram o melado azedo (fermentado).
Não pensaram duas vezes.

Misturaram o tal melado azedo com o novo e levaram os dois ao fogo.
O “azedo” do melado antigo era álcool, que aos poucos foi evaporando e formou goteiras no teto do engenho, que pingavam constantemente.
Era a cachaça, já formada, que pingava.

Daí o nome “PINGA“.
Quando a pinga batia nas suas costas marcadas com as chibatadas dos feitores, ardia muito.

Por isso deram o nome de “ÁGUA-ARDENTE “.
Caindo em seus rostos e escorrendo até a boca, os escravos perceberam que, com a tal goteira, ficavam alegres e com vontade de dançar.
Então, sempre que queriam ficar alegres, repetiam o processo.
Com o tempo a fabricação da cachaça foi sendo aprimorada e caiu no gosto da população em geral.

Hoje em dia é artigo de exportação.

Por que o vaga-lume acende?

Na certa uma questão intrigante que nem damos tanto valor pode ser uma coisa primordial na natureza

Quem nunca viu, pessoalmente, na TV ou em fotos, uns bichinhos muito curiosos que brilham no escuro? São os vaga-lumes ou pirilampos. Eles produzem luz principalmente por dois motivos:

1) Para se defender e se reproduzir. Imagine um louva-a-deus aproximando-se de um pequeno vaga-lume “apagado”. Este não teria chance de escapar. Mas, quando ele acende sua “lanterna”, acaba assustando esse predador.

2) Os lampejos também são utilizados para atrair o sexo oposto na hora da reprodução. Para gerar luz, várias reações químicas acontecem no corpo do inseto, consumindo uma grande quantidade de energia e também oxigênio, que são usados como combustível. A cor da luz varia de acordo com a espécie do vaga-lume e é determinada por pequenas variações nos compostos que participam das reações químicas.

Na reação química, cerca de 95% aproximadamente da energia produzida transforma-se em luz e somente 5% aproximadamente se transforma em calor. O tecido que emite a luz é ligado na traquéia e no cérebro dando ao inseto total controle sobre sua luz.

Infelizmente, os vaga-lumes estão ameaçados pela forte iluminação das cidades, pois quando entram em contato com essa forte iluminação, sua bioluminescência é anulada interferindo fortemente na reprodução podendo até serem extintos.

DITADOS E SEUS SIGNIFICADOS

Pensando na morte da bezerra

Significado: Estar distante, pensativo, alheio a tudo.

Histórico: Esta é bíblica. Como vocês sabem, o bezerro era adorado pelos hebreus e sacrificado para Deus num altar. Quando Absalão, por não ter mais bezerros, resolveu sacrificar uma bezerra, seu filho menor, que tinha grande carinho pelo animal, se opôs. Em vão. A bezerra foi oferecida aos céus e o garoto passou o resto da vida sentado do lado do altar “pensando na morte da bezerra”. Consta que meses depois veio a falecer.

Quem não tem cão caça com gato

Significado: Ou seja, se você não pode fazer algo de uma maneira, se Vira e faz de outra.

Histórico: Na verdade, a expressão, com o passar dos anos, se adulterou. Inicialmente se dizia “quem não tem cão caça como gato”, ou seja, se Esgueirando, astutamente, traiçoeiramente, como fazem os gatos.

Casa de mãe Joana

Significado: Onde vale tudo, todo mundo pode entrar, mandar, etc.

Histórico: Esta vem da Itália. Joana, rainha de Nápoles e condessa de Provença (1326-1382), liberou os bordéis em Avignon, onde estava refugiada, e mandou escrever nos estatutos:

“Que tenha uma porta por onde todos entrarão”. O lugar ficou conhecido como Paço de Mãe Joana, em Portugal. Ao vir para o Brasil a expressão virou “Casa da Mãe Joana”. A outra expressão envolvendo Mãe Joana, um tanto chula, tem a mesma origem, naturalmente.

Andar à toa

Significado: Andar sem destino, despreocupado, passando o tempo.

Histórico: Toa é a corda com que uma embarcação reboca a outra. Um navio que está “à toa” é o que não tem leme nem rumo, indo para onde o navio que o reboca determinar. Uma mulher à toa, por exemplo, é aquela que é comandada pelos outros. Jorge Ferreira de Vasconcelos já escrevia, em 1619: Cuidou de levar à toa sua dama.

Como surgiram os talheres?

Até o século XI, quase todo mundo comia com as mãos. Os mais educados eram aqueles que usavam apenas três dedos para levar o alimento à boca. Naquele século, Domenico Salvo, membro da corte de Veneza, casou-se com a princesa Teodora, de Bizâncio. Ela trouxe no enxoval um objeto pontudo, com dois dentes, que usava para espetar os alimentos.

 

Usando o celular para abrir a porta do carro.

 

Vamos fazer esse teste?

Se você fechou o carro e deixou as chaves dentro dele (e se as portas trancam e destrancam com o acionador eletromagnético), não se desespere:
1) ligue, pelo seu celular, para a pessoa que tenha a cópia da chave do seu carro, geralmente alguém da família na sua casa, onde guarda a chave-reserva.

2) segure o seu celular a cerca de um palmo do seu carro e peça para a pessoa que está com a cópia da chave, pressionar, no acionador, botãozinho de abrir a porta e que mantenha-o acionado junto ao microfone do telefone.

E ZÁS! INCRÍVEL!

As portas do seu carro se abrirão!

Milagre? Não, é física mesmo! (é apenas a transmissão de ondas “eletromagnéticas” pelo telefone).

Ninguém terá que levar as chaves até você.

A distância não é problema, você pode estar a quilômetros de distância do local onde está a chave reserva.

PASSE AOS SEUS AMIGOS. A COISA FUNCIONA MESMO !!!

Eng.Pedro Nakano

 

Curiosidades do nosso cérebro.

De aorcdo com uma peqsiusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as Lteras de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia Lteras etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma bçguana ttaol, que vcoê anida pdoe ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo.

 

 

Cadastre seu e-mail e receba novas atualizações do site.

Assine a nossa newsletter:


Crie um site com

  • Totalmente GRÁTIS
  • Centenas de templates
  • Todo em português

Este site foi criado com Webnode. Crie um grátis para você também!